.

domingo, 20 de novembro de 2016

“Precisamos de comunicadores com formação ideológica, princípios, valores e ética”



“Precisamos de comunicadores com formação ideológica, princípios, valores e ética”
Evo Morales, III Cimeira Continental de Comunicação Indígena.

O Presidente da Bolívia, Evo Morales pediu para criar novas estações de televisão, rádios, jornais e redes sociais que pertençam ao povo em defesa dos seus direitos, em contraste com os media hegemónicos que são porta-vozes do imperialismo.

“A melhor maneira de libertar o povo é com a comunicação. Necessitamos de comunicadores com formação ideológica, princípios, valores e ética” porque “a nossa responsabilidade, irmãs e irmãos, deve ser a defesa dos direitos coletivos, saúde, educação, terra, terras comunitárias”.

Destacou o progresso na Bolívia na luta contra a hegemonia da comunicação na última década e citou a criação de 100 rádios dos povos autóctones e da compra de um satélite para a democratização do acesso à informação para o povo.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

A comunicação associal de referência



Os media, autodenominados de referência, claudicaram no ‘Brexit’ e afocinharam com os resultados eleitorais nas terras do Tio Sam. Foram os grandes derrotados neste grande circo eleitoral, os media, arma de destruição maciça de ideias que propaguem a justiça e a liberdade.

Abaixo os media ditos de referência. PIM!
 
Abaixo os fazedores de opinião.
PUM!

«Trump já pode ser creditado com um imenso feito: a sua campanha forçou os media corporativos dos EUA a mostrar a sua verdadeira cara – a cara de uma máquina de propaganda má, mentirosa e moralmente corrupta. O povo americano com o seu voto recompensou os seus media com um gigantesco "f*da-se" – um voto de não confiança e rejeição total que demolirá para sempre a credibilidade da máquina de propaganda do Império.» The E Saker
*
Os media e os establishments dos partidos políticos já não têm credibilidade junto ao povo americano.
Um feliz resultado permanente desta eleição é o descrédito completo dos media dos EUA. Os media previram uma vitória fácil de Hillary e mesmo o controle do Senado pelo Partido Democrata. Ainda mais importante quanto à perda de influência e credibilidade dos media, apesar dos seus ataques viciosos a Trump durante toda as primárias presidenciais e a campanha presidencial, os media não tiveram impacto fora das costas Nordeste e Oeste, os terrenos base do Um Porcento. O resto do país ignorou os media. Paul Craig Roberts

sábado, 12 de novembro de 2016

A discriminação mediática



A discriminação mediática que visa o PCP não passa só pelo silenciamento e pelos tempos e espaços desiguais que são dedicados à acção política do Partido. A forma como as estações de televisão ignoraram os temas centrais tratados pelo PCP nos últimos meses é demonstrativa.
Na verdade, apenas por três vezes desde a Festa do Avante! as televisões levaram à emissão peças com declarações sobre as iniciativas realizadas: na visita à zonas afectadas pelos incêndios na Madeira, a 9 de Setembro; na sessão sobre a gratuitidade dos manuais escolares, a 13 de Setembro; e na declaração sobre o resultado das eleições nos Açores, a 16 de Outubro. Façamos uma retrospectiva.
Em Setembro foram oito iniciativas. Visita às Festas das Vindimas: para as televisões, não aconteceu; visita às Festas da Moita: mortes nos Comandos, candidatura de Cristas a Lisboa e sanções a Portugal; conferência de imprensa do Comité Central: imposto sobre património e sigilo bancário; duas iniciativas da campanha da CDU nos Açores: continuidade do governo e Orçamento do Estado; acção sobre passe social: para as televisões, não aconteceu; comício em Tires: veto presidencial sobre sigilo bancário.
Na primeira metade de Outubro foram cinco iniciativas. Comício na Marinha Grande: declaração de rendimentos dos administradores da Caixa; reunião de quadros sobre o Congresso: um ano das eleições legislativas; comício em Almada, no dia da reposição do feriado do 5 de Outubro: um ano da solução política; debate sobre a Segurança Social: para as televisões, não aconteceu; jantar de campanha da CDU nos Açores: continuidade da reposição de direitos e rendimentos.
Na segunda metade de Outubro, depois da apresentação do Orçamento do Estado (OE), foram oito iniciativas. Comício em Bragança: OE para 2017; comício em Vila Real: para as televisões, não aconteceu; visita ao Centro de Saúde da Baixa da Banheira: aumento extraordinário de pensões; inauguração do novo Centro de Trabalho de Braga: aplicação de condição de recursos às pensões; visita a biblioteca em Sacavém: salário dos administradores da Caixa; sessão «O PCP e a situação nacional»: salários dos administradores da Caixa e declarações do ministro das Finanças alemão; visita ao Bairro da Bela Vista: salários dos administradores da Caixa, renegociação da dívida e licenciaturas falsas no Governo; conferência de imprensa do Comité Central: OE para 2017.
Durante o mês de Outubro, toda a iniciativa política do PCP viu-se reduzida às questões da Caixa Geral de Depósitos e à apreciação do Orçamento do Estado para 2017 pelas televisões. Um espelho muito distorcido da real actividade partidária, mesmo que reduzida à intervenção pública do Secretário-geral. Esta distorção é particularmente escandalosa num mês em que se realizaram eleições regionais nos Açores. Em três iniciativas realizadas na região, em nenhuma passaram referências à candidatura da CDU, ao seu projecto e objectivos, ao contrário do que fizeram com outras candidaturas.
A discriminação mediática que visa o PCP não passa só pelo silenciamento e pelos tempos e espaços desiguais que são dedicados à acção política do Partido. A forma como as estações de televisão ignoraram os temas centrais tratados pelo PCP nos últimos meses é demonstrativa.
Na verdade, apenas por três vezes desde a Festa do Avante! as televisões levaram à emissão peças com declarações sobre as iniciativas realizadas: na visita à zonas afectadas pelos incêndios na Madeira, a 9 de Setembro; na sessão sobre a gratuitidade dos manuais escolares, a 13 de Setembro; e na declaração sobre o resultado das eleições nos Açores, a 16 de Outubro. Façamos uma retrospectiva.
Em Setembro foram oito iniciativas. Visita às Festas das Vindimas: para as televisões, não aconteceu; visita às Festas da Moita: mortes nos Comandos, candidatura de Cristas a Lisboa e sanções a Portugal; conferência de imprensa do Comité Central: imposto sobre património e sigilo bancário; duas iniciativas da campanha da CDU nos Açores: continuidade do governo e Orçamento do Estado; acção sobre passe social: para as televisões, não aconteceu; comício em Tires: veto presidencial sobre sigilo bancário.
Na primeira metade de Outubro foram cinco iniciativas. Comício na Marinha Grande: declaração de rendimentos dos administradores da Caixa; reunião de quadros sobre o Congresso: um ano das eleições legislativas; comício em Almada, no dia da reposição do feriado do 5 de Outubro: um ano da solução política; debate sobre a Segurança Social: para as televisões, não aconteceu; jantar de campanha da CDU nos Açores: continuidade da reposição de direitos e rendimentos.
Na segunda metade de Outubro, depois da apresentação do Orçamento do Estado (OE), foram oito iniciativas. Comício em Bragança: OE para 2017; comício em Vila Real: para as televisões, não aconteceu; visita ao Centro de Saúde da Baixa da Banheira: aumento extraordinário de pensões; inauguração do novo Centro de Trabalho de Braga: aplicação de condição de recursos às pensões; visita a biblioteca em Sacavém: salário dos administradores da Caixa; sessão «O PCP e a situação nacional»: salários dos administradores da Caixa e declarações do ministro das Finanças alemão; visita ao Bairro da Bela Vista: salários dos administradores da Caixa, renegociação da dívida e licenciaturas falsas no Governo; conferência de imprensa do Comité Central: OE para 2017.
Durante o mês de Outubro, toda a iniciativa política do PCP viu-se reduzida às questões da Caixa Geral de Depósitos e à apreciação do Orçamento do Estado para 2017 pelas televisões. Um espelho muito distorcido da real actividade partidária, mesmo que reduzida à intervenção pública do Secretário-geral. Esta distorção é particularmente escandalosa num mês em que se realizaram eleições regionais nos Açores. Em três iniciativas realizadas na região, em nenhuma passaram referências à candidatura da CDU, ao seu projecto e objectivos, ao contrário do que fizeram com outras candidaturas.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

O papel dos 'media'



«Há muito que os grandes media internacionais deixaram de ser verdadeiros órgãos de informação. Hoje são uma peça essencial nas estratégias do imperialismo, e os exemplos acumulam-se à medida que a agressão imperialista sobe de tom. Cada vez mais é necessário lê-los como os portugueses liam a imprensa do regime fascista: se informam de uma coisa, é porque é mentira; se atacam alguém, provavelmente é apenas porque esse alguém os incomoda.
*
O papel dos media no condicionamento e manipulação da opinião pública nunca foi tão grande. Nunca foi tão grande a sua cumplicidade com os objetivos, as estratégias, as guerras e os crimes do imperialismo. O facto de apoiarem Clinton na eleição presidencial nos EUA quase obriga a refletir sobre o que é que os incomoda em Trump.
*
É cada vez mais cerrada e difícil de ultrapassar a barreira censória dos chamados meios de referência, onde quer que eles se publiquem. Alinhados e subordinados aos media norte-americanos neles só deve ser publicado aquilo que eles entendem que nós podemos saber. Até um dia.»…

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

OS GRANDES DERROTADOS



“Imprensa mundial decreta 3 dias de luto pela vitória de Donald Trump”
Público online

Os media, vozes do dono, jornais, televisões, rádios e todos os meios de intoxicação social ficaram de rastos.

Os analistas, doutores politólogos e outros bruxos da nossa praça vão aproveitar o outono para hibernar e regressarem pela primavera já com outra pele.

As sondagens e os sondadores já não conseguem conduzir o rebanho.

Vejam o que os jornais vos deram a ler durante a inqualificável campanha, vejam o que vos disseram e mostraram as televisões e escutem o exército de comentadores, e, sobretudo, estejam atentos, porque dentro de pouco tempo esses camaleões aos poucos tomarão a cor do vencedor, espezinhando o vencido que tanto aplaudiram.

É próprio de muita gente sem caráter que por aí prolifera.

Sem disso se aperceberem publicitaram o rosto dos Estados Unidos, ele aí está, ninguém o pode ignorar.

GOD BLESS os media