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domingo, 5 de novembro de 2017

Informação GPS

SINOPSE DA EDITORA/DISTRIBUIDORA:

A investigação centrada nos media, na censura e na propaganda promovidas pelo regime de Salazar têm vindo a atrair cada vez mais a atenção, começando a figurar como um tópico relevante na História, na Sociologia e nas Relações Internacionais do Estado Novo. 

No seguimento desta tendência, este livro reúne vários estudos que têm vindo a ser feitos no âmbito dos media no contexto político muito específico da década de 30 e que prevaleceu até à mudança do rumo político do país em 1974 - as suas narrativas, os seus condicionamentos internos, o seu enquadramento no panorama internacional, o qual oferece uma visão de conjunto sobre o que poderíamos designar como a política de informação patrocinada por Salazar e pelo regime português do Estado Novo.

        O GPS trouxe-nos esta informação. Despertou-nos atenção... apesar das reservas também despertadas pela sinopse ("regime de Salazar"?, "Estado Novo"!?, "mudança do rumo político do país em 1974"?!). A ler vamos... mas são 406 páginas!

Salazar, o Estado Novo e os Media 
Edição/reimpressão:
2017
Páginas:
406
Editor:
Edições 70
ISBN:
9789724419770
Coleção:
Idioma:
Português






sábado, 4 de novembro de 2017

Há cem anos

Comemorar é recordar com regozijo o objeto ou acontecimento que nos toque e nos impulsa a que o divulgue para avivar memória alheia através da escrita, da imagem da música ou contactos possíveis.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

A comunicação “social” que nos vendem…



Dois prémios, dois escritores. Á escritora portuguesa concederam-lhe uma coluna com o renhaunhau habitual – nasceu em…premiada por… - para o ianque, artigo de autor e foto à maneira. Dir-me-ão que o ‘Booker’…, pois, o provincianismo serôdio de sempre ou talvez qualquer outra coisa.
 
O Congresso do Partido Comunista da China (PCC), com cerca de 2300 delegados (há muitas fotos online) é ilustrado com cinco dirigentes e um “homem do serviço de segurança”, fotografia indispensável para nos dar a magnitude do acontecimento.

E depois admiram-se que nos socorramos  de outros meios de informação.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Se a verdade fosse uma starlette


Venezuela: Se a verdade fosse uma starlette, o Le Monde seria condenado por violações repetidas.

Desde 1998, que a direita venezuelano não aceita as 21 derrotas eleitorais em 22 eleições.

No domingo, 15 de outubro de 2017, a eleição para governadores foi monitorada por cinquenta especialistas internacionais. Depois de terem sido testadas as máquinas de votação, os representantes de todas as partes assinaram o relatório confirmando sua confiabilidade.


Papagaio da direita venezuelana, o Le Monde, de 16 de outubro, dá o tom às futuras campanhas mediático-políticas em França: "Na Venezuela, o poder atribui-se a vitória nas eleições regionais, a oposição opõe-se”.
O Partido Socialista Unido, no poder, ganhou 17 dos 23 Estados. A oposição recusa-se a reconhecer o resultado, que considera manchado de fraude.

Este jornal afirma-se "de referência" pela sua neutralidade. As palavras que usa demonstram o contrário.

"Objetividade da mídia pertencente a bilionários".
Théophraste R.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Médias e informação: é tempo de virar a página.



«A realidade é aquilo que nós consideramos ser verdade.
O que consideramos ser verdade é aquilo em que acreditamos.
Aquilo em que acreditamos é baseado nas nossas percepções.
Aquilo de que nos apercebemos depende do que procuramos.
O que procuramos depende do que pensamos.
O que pensamos depende daquilo de que nos apercebemos.
Aquilo de que nos apercebemos determina aquilo em que acreditamos.
Aquilo em que acreditamos determina o que consideramos ser verdade
O que consideramos ser verdade é a nossa realidade.»

Má informação, Sedentarismo cultural e obesidade intelectual


Viktor DEDAJ


Si un boucher nous empoisonnait en nous vendant de la viande avariée, les consommateurs que nous sommes n’accepteraient jamais l’idée que «  les choses sont comme ça » et qu’il ne nous resterait plus qu’à trouver un autre fournisseur. Mais lorsqu’une journaliste du New York Times ment sciemment sur les armes de destruction massive en Irak - et participe à l’extermination d’un million et demi d’Irakiens innocents - elle se voit simplement «  remerciée » et l’affaire est classée dans le casier «  déontologie ». Ici, l’impunité est quasi-totale et même revendiquée par la profession journalistique au nom d’une «  liberté » qu’elle se garde bien de définir avec précision.


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