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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Distorção da realidade

No incessante chorrilho de desinformação e distorção da realidade sobre a Venezuela, amplamente propalada nos meios de comunicação social dominantes, é repisada até à exaustão a enganadora ideia de que o presidente e governo venezuelanos estão a desrespeitar a Constituição venezuelana, sendo a sua salvaguarda apresentada como púdico propósito das ditas «oposição» e «comunidade internacional». Nada mais falso. (ler mais aqui)

segunda-feira, 31 de julho de 2017

LIVRO OPORTUNO

apresentação do livro pelo autor
A russofobia mantém a mesma intensidade e nível dos anos da guerra-fria. O jornalista suíço Guy Mettan neste seu trabalho, esclarece-nos magistralmente o porquê da russofobia através dos séculos, a importância dos media e ao serviço de quem estão e com que finalidade.

sábado, 22 de julho de 2017

Uma flor entre pedras

Assim se pode dizer da Crónica de António Guerreiro no Público
É preciso queimar os jornalistas?
Por todo o lado, o poder dos media é visto como uma magia negra que transforma a esfera pública num palco histérico e estéril.
António Guerreiro
21 de Julho de 2017
Numa das suas edições da semana passada, o jornal francês Libération ocupou a primeira página com uma questão provocatória, colocada a propósito de um debate sobre o jornalismo que decorreu na cidade de Autun: Faut-il brûler les journalistes?, “é necessário queimar os jornalistas?”. E fazia um diagnóstico da situação, enumerando algumas razões fundamentais que levaram ao descrédito em que caiu uma profissão outrora respeitada, bem patente numa série de neologismos insultuosos que os franceses inventaram para nomear os jornalistas: merdias, journalops, presstiputes. (mais aqui)

terça-feira, 18 de julho de 2017

O preço da liberdade



"O cartunista Osmani Simanca trabalhava no jornal “A Tarde” há já 15 anos e foi demitido. Com mais ou menos agressividade os media apertam o garrote à liberdade de expressão e os profissionais que prezam a dignidade pagam o preço.

Nota de esclarecimento sobre a minha demissão do Jornal “A Tarde”

Serei sempre muito grato pela oportunidade que tive, quando há mais de 15 anos comecei a trabalhar em “A Tarde”, periódico com uma tradição jornalística de mais de 100 anos. Foi sem dúvida uma honra publicar, aprender e aperfeiçoar-me com meus caros colegas e amigos. Durante minha estadia no diário ganhei importantes prêmios nacionais e internacionais e meus desenhos publicados originalmente em “A Tarde” foram, frequentemente, reproduzidos por outros jornais e revistas ao redor do mundo.

Depois da penúltima mudança na direção do jornal comecei a ser questionado sobre o conteúdo das minhas charges, sendo algumas delas censuradas. Estes desenhos proibidos foram reproduzidos com grande sucesso em outras mídias. Havia muito tempo que textos e matérias completas dos meus colegas eram cortados, mas não a charge. A charge era um pequeno oásis num deserto de tesouras.

É difícil ter liberdade sem independência econômica. A maior parte da imprensa sempre dependeu da propaganda dos governos. Isto não seria problema caso estes governantes não pressionassem jornais e jornalistas, e se jornalistas e jornais democráticos não se deixassem pressionar para escrever elogios ou críticas desmerecidas. Nosso rumo deve ser sempre definido pela ética e pela virtude, coisas raras nestes tempos sombrios, cheios de ódio e intolerância. Dizia Joseph Pulitzer: “Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma”.

Com a última mudança na direção do jornal, as pressões aumentaram ao ponto que tive que explicar o que era uma charge, e qual era o papel da sátira política em uma sociedade democrática e na imprensa livre. Fui indagado sobre quem me dava as pautas ao que respondi que as pautas eram os fatos, os quais pesquisava em profundidade, consultando várias fontes e colocando minha opinião na forma do jornalismo gráfico, caracterizado pela charge ou caricatura política. Fui advertido para não mexer em determinados temas e personagens, uma tarefa impossível no meio da putrefação política e ética em que se encontra o Brasil.

Quero agradecer às demonstrações de solidariedade de meus colegas, amigos e leitores por referencia a minha demissão sem justa causa e cuja verdadeira causa, de maneira resumida, expliquei neste texto.

Termino aqui, com este pensamento de Eurípedes:

“Todo o céu é da águia o caminho,
Toda a terra é do homem nobre a pátria”

sexta-feira, 30 de junho de 2017

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Venezuela: Twitter suspende 180 contas

Venezuela: Twitter suspende 180 contas de entidades públicas e militantes da Revolução Bolivariana
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